O que preciso saber sobre raças taurinas?

Escolher a raça ideal para a sua produção faz parte de uma pecuária de sucesso. Entre as diversas variedades, temos as raças taurinas.

Existem duas formas de classificação de bovinos. As duas são: as taurinas e as zebuinas.

Nesta dica, vamos focar nas raças taurinas. Alguns bovinos com essa genética têm uma boa adaptabilidade no Brasil. E mais que adotar uma raça que tenha um bom desempenho, não esqueça da genética do animal.

No momento da aquisição, verifique se os indicados como Pura Origem, os chamados PO, realmente os são. A comprovação pode ser feita por meio de documentos registrados.

Os cruzamentos industriais podem potencializar as características de cada uma. E quem ganha é o consumidor final. Um produto de alta qualidade para um mercado exigente.

Agora, chegamos ao momento do nosso aprendizado.

Pedimos sua atenção para você absorver ao máximo este conteúdo preparado focado na melhoria dos seus processos.

É conhecido pelo nome de gado europeu. Mas, existem subgrupos que os identificam de acordo com o local de origem. Algumas raças, inclusive, são bem conhecidas por aqui.

 

Subgrupos das raças taurinas 

 

As raças taurinas são classificadas em:

 

Raças mochas britânicas

São os bovinos nascidos sem chifres. De todas as raças taurinas, são a de menor porte. O peso de abate gira entre 420 e 450 kg. A aptidão é para gado de corte. A carne produzida é considerada macia e suculenta. Exemplos de raça: Red Angus, Red Pool e a Aberdeen Angus.

 

Raças dos países baixos e ilhas britânicas

Se você produz leite, essa pode ser uma opção. Entre elas estão Hereford, Shorthorn e Normando. Apresentam chifres curtos. O peso varia entre 450 e 500kg, próximo do abate.

 

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A caracu é exemplo de raças taurinas do subgrupo adaptadas. – Foto: Genex Brasil.

Raças continentais

A principal característica é o porte. Como são grandes, o peso pode ser entre 540 a 610 kg. Por mais que tenha esse peso de destaque, existem desvantagens. Em primeiro lugar, são mais tardias sexualmente. Em segundo lugar, são mais atrasadas quanto ao acabamento da carcaça. Nas raças que apresentam os chifres, eles são mais longos, quando comparados com as raças dos subgrupos já citados.

Exemplos mais conhecidos por aqui são: Charolês,  Limousin, Pardo Suíço Corte e Simental. Porém, temos também: Blonde d´Aquitaine, Chianina e Marchigiana.

 

Taurinas adaptadas 

 

O termo “adaptadas” vem a partir de alterações que as raças sofreram durante a formação. Nisso, passaram pelo desafio de se adaptarem nos trópicos. Os colonizadores europeus que desembarcaram na América, trouxeram algumas raças. As conhecidas como criolas são Caracu, Pantaneiro, Curraleiro, Lajeano e a Mocha Nacional.

Temos também a raça N’Dama, originária do Senegal. E ainda a senepol.

 

Você cria algumas das raças citadas nessa dica, amigo produtor? Escreva nos comentários. Vamos compartilhar experiências sobre a nossa pecuária.

Não esqueça de compartilhar esse conteúdo com seus colegas. Quanto mais conhecimento, melhor para o setor como um todo.

Para mais dicas, acesse nosso canal de vídeos: Boi Saúde no YouTube.

 

Referência:

Como podem ser classificadas as raças bovinas? Perguntas Frequentes. Gado de Corte Embrapa.

 
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