Capim napier: conheça a variedade do capim elefante

Ter um capim que atende a alimentação e engorda do gado faz toda a diferença na pecuária, não é mesmo? Entre as várias alternativas, existe o capim napier. Você já ouviu falar dele? Ou até mesmo o adota como forrageira na sua propriedade?

Não importa a sua resposta. Talvez você nunca ouviu falar, mas o capim napier é um tipo do capim elefante. Esse sim é bastante conhecido aqui no Brasil.

De nome científico Pennisetum purpureum, o capim elefante é de origem africana. A adaptação ao clima tropical vem daí. Tanto que está presente em todas as regiões do Brasil.

Tem facilidade de implantação. E se você tem interesse nessa espécie fique atento a data de corte. Vamos explicar logo abaixo essa justificativa. Então, a sua busca é por uma forrageira com valor de proteína, o capim napier pode ser a sua escolha.

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Variação do capim napier 

 

As cultivares deste grupo apresentam variedades de plantas com colmos grossos, folhas largas, época de florescimento intermediaria (abril a maio) e touceiras abertas.

Tem boa produtividade no Sudeste do país.

É uma boa opção para vacas em lactação. Porém, deve atingir  a porcentagem de 15% de proteína bruta. O corte deve ser indicado entre 28 e 35 dias.

 

capim napier - Capim napier: conheça a variedade do capim elefante
Capim napier tem bom índice de proteína com corte aos 28 dias. – Foto: Horta Drita.

Para animais em crescimento, esse número o índice de proteína, a partir de 11% já é suficiente.

O maior teor de proteína registrado no capim napier é com corte feito aos 28 dias. Apresentando cerca de 14% de proteína. Certamente, é o ponto mais importante.

Enquanto isso, o menor índice de proteína foi detectado aos 84 dias de corte. Como resultado, sabemos qual é a melhor opção. Esses dados são da Embrapa Meio-norte.

 

Adubo e irrigação 

 

Para manter o pasto saudável, é preciso seguir algumas ações de manejo.

Evitar cupins, ervas daninhas e parasitas estão entre os cuidados.

Sem contar que na seca, o uso de irrigação pode ajudar a evitar a degradação.

Agora, se existe uma atividade que não pode ficar de fora é a adubação. Recuperar e manter a forrageira em condições ideais para consumo é uma das tarefas.

Inclusive, há estudo sobre a adubação aliada à irrigação. O resultado proporciona aumento de valores ao capim napier.

Outra ação que não pode faltar é o nitrogênio.

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Referência:

LOPES, Bruna Adese. O CAPIM-ELEFANTE. UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA. 2004.

Adubação nitrogenada e idade de corte do capim-elefante cv. Napier irrigado nos Tabuleiros Litorâneos do Piauí. Embrapa Meio-norte.

Análise de crescimento do capim-elefante ‘Napier’adubado e irrigado  Ciênc. agrotec. v.29 n.2 Lavras mar./abr. 2005

 
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